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Balanço 2015 da Executiva do PSDB Mulher Nacional: saldo de conquistas e metas para o próximo ano

DSC_0082Brasília (DF) – A Executiva do Secretariado Nacional da Mulher/PSDB, promoveu sua reunião de balanço nesta quarta-feira (09)às 9h30, no Hotel Manhattan, em Brasília.

Na pauta do encontro, uma revisão das ações do segmento desenvolvidas no ano de 2015 e as metas a alcançar em 2016, ano eleitoral e que nascerá contaminado pela maior crise econômico/política já vivida pelo Brasil desde a restauração da Democracia.

Solange Jurema, presidente do PSDB Mulher Nacional, abriu a manhã destacando a presença da socióloga e conselheira da Agência Patrícia Galvão, Fátima Pacheco Jordão, que falou um pouco sobre o quadro nacional.

Um Brasil em mutação

“O que sabemos que preocupa a população?”, começou Fátima Jordão. Corrupção – quadro que talvez até 2016 já tenha sido modificado com as respostas que estão sendo dadas, com as várias operações em andamento. Embora seja importante ressaltar que essa indignação sempre esteve presente e que o antigo bordão “rouba, mas faz”, foi substituído pela consciência de que “quem rouba não faz, porque o dinheiro vai faltar”. Quem corrompe, não faz”, alertou.

Outro assunto abordado muito abordado na fala de Fátima, até por estar intimamente ligado à corrupção – já que sofre com a falta das verbas desviadas por ela -, foi o da saúde pública. Foi consenso entre as participantes que a epidemia de microcefalia; o descontrole no combate ao Aedes Aegypti, a falta de vacinas nos postos de saúde em vários estados do país e o péssimo atendimento nos hospitais da rede pública nacional são decorrência direta e a face mais visível e cruel do que já é conhecido como o maior escândalo econômico da História do Mundo Moderno.

Preparo para gerir e uma causa para ir em frente

DSC_0052Thelma de Oliveira, vice-presidente do PSDB Mulher Nacional, chamou a atenção das presentes para a importância das presidentes estaduais, “é fundamental estar presente, apoiar, esclarecer quanto à legislação eleitoral, que mudou”. E foi além; política experiente e articulada, ela alertou: “O ano que vem será atípico, mais do que nunca devemos estar preparadas, ao assumir um novo cargo, porque não sabemos o que iremos encontrar”.

“Quando falávamos do PSDB Mulher Amazonas ser visto, é muito diferente de estar sentada nesta mesa. Foram 15 anos de caminhada até aqui. A legitimidade que o PSDB Mulher Nacional precisa dar aos Diretórios Estaduais é muito importante, porque a nossa luta é enorme”: concordou Cecília Otto, presidente do PSDB Mulher do Amazonas, avisando ter quatro candidatas a prefeita em seu estado.

Angela Sarquiz, presidente do PSDB Mulher do Rio Grande do Sul, relatou como cresceu o movimento de filiação em seu estado e a importância que sentiu, em todos os eventos que promoveu, de trabalhar com mulheres com causa definida e de reforçar com elas a história do partido.

“Em todos os eventos dos últimos meses, percebi nas gaúchas a necessidade de conhecer mais a fundo a história do PSDB, suas raízes; os governos de Fernando Henrique e Yeda Crusius, por exemplo; a estabilidade econômica e o Plano Real; assim como o reforço da imagem da mulher na política. É preciso conhecer o passado para seguir em frente”. Para ela, o mais importante na opção pela vida pública é ter uma causa para concorrer.

“As mulheres precisam ter uma causa definida, algo em que acreditem, em que já estejam inseridas e que as motive, para concorrer”: Angela Sarquiz, presidente do PSDB Mulher RS

Mulheres reais

Nancy Thame, presidente do PSDB Mulher de São Paulo, lembrou ser bastante complexo trabalhar em eleições municipais. “Não basta preencher os 30%, nossa questão é alcançar a qualidade, além, claro, de ocupar espaço”.

A presidente do PSDB Mulher da Paraíba, Iraê Lucena, concordou, “Precisamos evitar as candidaturas laranja que, infelizmente, ainda acontecem muito. Dar oportunidade aos novos nomes, mulheres que surjam como uma terceira via, a novidade que a população está querendo”.

A questão da cota partidária foi levantada por Adriana Toledo, presidente do PSDB Mulher de Alagoas, “Recebemos o mínimo e vamos ficar satisfeitas com isso? Acho que precisamos pedir os 30%”.

Para Eliana Piola, do PSDB Mulher MG, a união é a chave para o sucesso e uma coisa é certa; “As mulheres do PSDB Mulher serão as que terão o maior apoio político do Brasil”.