
O grande desafio é a maior participação da mulher na política partidária. Somam mais da metade da população, mas ocupam apenas 9,5% das vagas do Congresso Nacional. Mulheres representam 52% da população brasileira, ou seja, mais da metade. Ainda assim, a participação do eleitorado feminino na política é pequena e não corresponde à proporção de mulheres no país.
Desde 2009, uma exigência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) obriga que pelo menos 30% das candidaturas dos partidos sejam dedicadas a um dos sexos, no caso, o sexo que tem a menor representatividade: o feminino.
Em 2015 tivemos um grande avanço, o plenário do Senado aprovou em primeiro turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 98/2015, que reserva um percentual mínimo de cadeiras nas representações legislativas em todos os níveis federativos.
A PEC assegura a cada gênero percentual mínimo de representação nas três próximas legislaturas: 10% das cadeiras na primeira legislatura, 12% na segunda legislatura; e 16% na terceira. A proposta altera o Ato das Disposições Constitucionais Transitórias e faz parte das sugestões da Comissão da Reforma Política.
Crescem as reflexões, articulações e manifestações do movimento de mulheres, em torno da questão do acesso ao poder e do chamado empoderamento das mulheres. Essa também vem sendo a postura da bancada feminina no Congresso Nacional que, recorrentemente, articulada com diferentes organizações de mulheres, vem realizando ações com o objetivo de incentivar a participação de mais mulheres no âmbito do legislativo e nos demais espaços de poder.
Mas além de registrar a candidatura da mulher para atender a lei não basta, é preciso dar à mulher a oportunidade de viver a vida partidária como o real apoio nas campanhas eleitorais, com tempo de rádio e TV e recursos materiais.
Estamos vivendo um caos político em que no ranking de 188 países, o Brasil é o de número 155. Infelizmente, nada temos a comemorar em um país governado por uma mulher e ter tanto a desejar. Mas não vamos desistir!
É preciso mais.
Nada vai mudar se a mulher não se emancipar, assumindo o interesse e a responsabilidade em fazer a coisa pública, participando dos pleitos eleitorais, determinadas a se elegerem.
Mulheres tomem atitude, tomem partido!
Dia 26 de setembro de 2015, sábado, das 8h30 às 14 horas
Encontro de Mulheres 45
Local: Ritter Hotel – Porto Alegre (em frente a Rodoviária).
Na programação teremos diversos temas com lideranças e palestrante experientes na área Politica e Educacional.
Você não pode faltar. Entre os temas:
PSDB /Social Democracia Brasileira a verdadeira oposição “A Favor do Brasil”.
A Importância das Politicas públicas, a questão de Gênero e Perspectivas, com relatos de lideranças atuantes com resultados na gestão pública.
Empoderamento da Mulher. A Importância da participação da Mulher em cargos eletivos.
Projeto: MULHER + 30
Com o objetivo principal que é aumentar o número de Mulheres Tucanas nas eleições municipais de 2016, em cumprimento à Lei Eleitoral nº 9.504/1997.
Em um processo de convencimento mental, individual e coletivo, objetivando quebrar paradigmas, absorver preconceitos e a lidar com os medos do histórico cognitivo feminino, no que diz respeito a sua vida, vocação e esfera de atuação política.
Importante: Número de participantes é limitado, confirmar até o 21/09/2015.
Trazer novas filiadas para que elas se integrem ao partido.
Mulheres venham com a gente! Participem!
Filiem-se ao PSDB.
*Angela Sarquiz é presidente do PSDB-Mulher/RS e 2ª secretária da Executiva do Secretariado Nacional da Mulher/PSDB
**Do site do PSDB-RS