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“Fora da curva do Dia das Mães”, por Dorrit Harazim

Farkhunda maiorUm dia após o Dia das Mães, passada a febre de comemorações nas redes sociais, é chegada a hora de voltar à dura realidade cotidiana que mulheres enfrentam no mundo inteiro.

Ler a crônica de Dorrit Harazim, publicada na edição deste domingo (10/05), em o jornal O Globo, é lembrar, imediatamente do linchamento de Fabiane Maria de Jesus, ocorrido há exatamente um ano, no Guarujá. Apesar da homenagem, a vida das mulheres continua valendo muito pouco.

“Fora da curva do Dia das Mães”, por Dorrit Harazin

Farkhunda. Não é preciso saber pronunciar corretamente o prenome dessa afegã de 27 anos para embarcar na corrente de indignação. Adesões têm se multiplicado há dois meses, atravessaram fronteiras e percorrem as redes sociais em todas as línguas imagináveis. Para a histórica revista feminista “Ms.”, cofundada por Gloria Steinem nos anos 1970, o caso da jovem merece ser chamado de crime contra a humanidade.

Filha de pai engenheiro e mãe com ensino médio completo, Farkhunda cursara a faculdade de Matemática antes de optar pelos estudos do Direito Islâmico numa madrassa. Nascera, portanto, numa família de formação excepcional para um país que há quatro décadas está em guerra ou foi governado por extremistas do Talibã que proibiam meninas de estudar.

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