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“Tábuas duras”, por José Aníbal

Publicado na Folha de S. Paulo – 10/04/2017

“A política é como a perfuração lenta de tábuas duras.” Recorro à citação de Max Weber por ver nela a melhor definição do debate sobre a Previdência. Nenhum tema hoje exige mais paixão e perspectiva, como definiu o sociólogo alemão há um século em “A Política como Vocação”, do que discutir a sustentabilidade fiscal do sistema de aposentadorias e pensões.

Precisamos mostrar as injustiças provocadas pelas atuais regras e explicar que, sem a reforma, o Brasil estará fadado a preservar privilégios e desigualdades.

Na era da pós-verdade, é fácil disseminar informações incorretas, seja por desconhecimento, seja por má-fé. O ator Wagner Moura, competente que é no ofício de fazer parecer real o que é obra de ficção, incorreu nesse caminho ao fazer a narração de um vídeo viral em que, embora se proponha a explicar, na verdade distorce a reforma da Previdência.

Cabe aqui repetir a estratégia de artigo recente que publiquei para, mais uma vez, rebater com argumentos os pontos apresentados pelo ator.

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