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“Prioridade é entregar 67 mil obras paradas do Minha Casa Minha Vida”, diz Bruno Araújo

Ordem do Dia da sessão ordinária, trancada pela Medida Provisória 681/15, que amplia de 30% para 35% o limite do crédito consignado (descontos autorizados pelo trabalhador na folha de pagamentos) para incluir despesas com cartão de crédito

Ordem do Dia da sessão ordinária, trancada pela Medida Provisória 681/15, que amplia de 30% para 35% o limite do crédito consignado (descontos autorizados pelo trabalhador na folha de pagamentos) para incluir despesas com cartão de crédito

O ministro das Cidades, Bruno Araújo, afirmou nesta quarta-feira (15) que o governo tem capacidade para contratar pelo menos 1,2 milhão de moradias nas faixas 2 e 3 do programa de habitação “Minha Casa, Minha Vida” até 2018. A declaração foi feita nesta quarta-feira (15) em reunião com cerca de 60 empresários do setor da construção na sede da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib). Ele aproveitou a ocasião para ressaltar a continuidade do programa e o destaque que o seu ministério dará para a área de saneamento.

Segundo matéria publicada hoje (16) pelo jornal Valor Econômico, o ministro destacou que dará preferência para a finalização das 67 mil unidades do programa, direcionadas às faixas de baixa renda, que estão paradas desde o governo Dilma Rousseff. Outras 15 mil obras que fazem parte do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC) também serão vistas com prioridade por fazerem parte de projetos de saneamento, drenagem ou infraestrutura.

“Semana que vem autorizaremos 5 mil [na faixa de baixa renda] e as demais à medida em que nós formos encontrando com a Caixa soluções para retomar todas essas obras”, disse Bruno Araújo sobre os planos da pasta para o programa habitacional.

Araújo lembrou durante a reunião que já foram contratadas em 2016 mais de 200 mil unidades habitacionais e afirmou que até o final do ano esse número chegará a mais de 400 mil unidades. “Nesse momento, nossa prioridade é entregar as 67 mil obras paradas do MCMV na faixa 1 e retomar as 15 mil obras de unidades habitacionais do PAC”, concluiu.