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Jaboatão lança Patrulha Maria da Penha e reforça combate à violência contra a mulher

PATRULHA-MARIA-DA-PENHA-FOTO-MARCELO-FERREIRA-2-660x330A Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes lançou, nesta terça-feira (15/03), a Patrulha Municipal Maria da Penha (PMMP). Trata-se da primeira patrulha do tipo criada em Pernambuco e o lançamento teve a participação dos governos municipal e estadual, do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) e de movimentos de defesa da mulher, entre outros.

A Patrulha Municipal Maria da Penha é fruto de uma ação integrada entre diversas secretarias do governo municipal e  um braço do Programa “Jaboatão em Ordem”, que congrega as ações de segurança no município. Ela atuará em duas frentes: na prevenção, com “visitas tranquilizadoras” e palestras de orientação à população; e na intervenção, com visitas in loco para avaliar as condições dos casos de violência em que vítimas estejam inseridas.

A Prefeitura também assinou com o Tribunal de Justiça um protocolo de intenção para futura implantação do “Botão do Pânico”, um dispositivo remoto pelo qual mulheres com medida protetiva expedida pela Justiça poderão acionar imediatamente a Polícia Militar, sempre que se se sentirem ameaçadas.

A iniciativa foi lançada em Vitória (ES) e agora chega em Jaboatão, primeiro município do Estado a articular a implantação. Com o “Botão do Pânico”, as mulheres protegidas poderão acionar imediatamente a PM sempre que se sentirem ameaçadas. O atendimento funcionará 24 horas por dia e os chamados podem ser feitos pela equipe da Patrulha ou por policiais civil ou militar que estejam mais próximos.

Para o prefeito Elias Gomes (PSDB-PE), a Patrulha consolida e consagra as ações do governo municipal no sentido de inibir o crime contra a mulher e punir os agressores.

“Nós partimos na frente, vanguardeando este processo. A mulher terá um aparelho secreto que será seu amigo nos momentos em que ela se sentir oprimida. O tempo em que se batia em mulher, tratando-a como um objeto de sua propriedade, passou e deve continuar no passado. Apenas como uma parte da história que sempre teremos vergonha e não repetiremos”, disse o prefeito.