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Brasil pode ser o país emergente mais próximo de ter novo rebaixamento

Economia Bovespa Foto Fabio Pozzebom ABrO  Brasil corre o risco de ser o país emergente mais próximo de ser rebaixado novamente.

Uma análise sobre o assunto, publicada na edição desta sexta-feira (18), no jornal “Folha de S.Paulo”, mostra que o mercado pode ser a grande resposta para essa previsão nada positiva.

A avaliação é de mesmo após ter o grau de rebaixamento da agência de classificação de risco Standard & Poor’s, permanece o risco de novo rebaixamento, no meio dos mercados emergentes.Países como Rússia, Turquia e África do Sul também parecem propensos.

A “Folha” reproduziu um exercício realizado pelo economista Simon Quijano-Evans, do Commerzbank, que comparou os preços em dólar de “credit default swaps” (CDS, uma espécie de seguro contra calote que serve como indicador ágil quanto às percepções de risco de cada país) de determinados países às suas classificações de crédito médias por Standard & Poor’s e Moody’s, duas das três grandes agências de classificação de crédito (a terceira é a Fitch), que tendem a reagir com lentidão.”

E, segundo a reportagem, “no caso de países como Brasil, Rússia, Turquia, África do Sul, Nigéria, Colômbia, Peru e Malásia, o risco atribuído pelo mercado (ao cobrar mais caro pelo “seguro contra calote”) é mais alto que o apontado pelas agências.”
Confira aqui a análise feita pelo jornal na íntegra