De autoria da editora Mary Anastasia O’Grady, o artigo afirma que as previsões para o país eram as melhores possíveis à época e alguns veículos chegaram a dizer que São Paulo seria a quinta cidade mais rica do mundo em 2025. A realidade, no entanto, se mostrou bem diferente das previsões.
O’Grady disse que, na época, o petista era como um “rock star” para o mundo e que seu discurso mostrava uma nova versão do socialismo. A autora afirma que grande parte do país acreditou nas promessas do “Lula 2.0” na confiança de que “desta vez seria diferente”, pois Lula era de esquerda, mas não era Hugo Chávez.
A americana afirmou que o Rio é um “microcosmo do Brasil de Lula”, em que a burocracia sobrepõe aos seres humanos. Segundo a jornalista, apesar de semanas de “relatos sombrios” antecipando o fracasso das Olímpiadas no Rio 2016, a previsão não se confirmou e os jogos correm, até agora, “sem grandes incidentes”.
O artigo faz elogios a Fernando Henrique Cardoso ao lembrar a época em que tucano adotou políticas de estabilidade macroeconômica e defendeu maior transparência do Banco Central, o que, segundo a americana, não aconteceu com Lula e Dilma. Na opinião da autora, se a “fraude política para levar uma nação para a ruína fosse crime, ambos [Dilma e Lula] já teriam sido condenados”.
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