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Yeda pede a Alckmin que garanta espaço para as mulheres

Deputada Yeda Crusius fala na reunião da executiva do PSDB. Brasília, 13/12/2017 - Foto Orlando Brito

A presidente nacional do PSDB-Mulher, a deputada Yeda Crusius (PSDB-RS), apelou, nesta quarta-feira (12), ao presidente nacional do PSDB, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB-SP), para que o partido designe o mínimo de 30% de mulheres em todas as esferas. É o que determina o Estatuto da legenda.

Na reunião da Executiva Nacional do PSDB, em Brasília, Yeda Crusius entregou a Alckmin o balanço de ações da presidente de honra do PSDB-Mulher, Solange Jurema, que ficou quatro anos e meio à frente do segmento.

“Como presidente do PSDB-Mulher, levarei todas as demandas para o presidente [Geraldo Alckmin]”, afirmou a tucana. “Pedi para que ele inclua as mulheres como a parte integrante do partido porque isso faz a diferença”, disse. “Entreguei o relatório para ele ter uma ideia de como a gente trabalhar.”

Previdência

Yeda Crusius apoiou a decisão do PSDB de fechar questão e votar a favor da Reforma da Previdência durante a reunião da Executiva Nacional da legenda. Assim, a orientação é para que a bancada tucana na Câmara – composta por 46 deputados – vote a favor da proposta.

Para ser aprovada, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) precisa de 308 votos a favor na Câmara, depois segue para o Senado onde é necessário o apoio de um terço dos parlamentares.

“O fechamento de questão em favor da Reforma da Previdência é uma afirmação do PSDB nesta nova gestão”, disse a presidente nacional do PSDB-Mulher, informando que iniciativa teve o apoio unânime da Executiva.

Prévias

A menos de um ano das eleições majoritárias, Yeda Crusius fará parte de uma comissão formada por oito membros e que será responsável pela organização das reuniões para a realização das prévias em que serão escolhidos os nomes que representarão o partido nas disputas nas urnas em 2018.

Paralelamente, o PSDB trabalha para a resolução dos conflitos da legenda no Distrito Federal e no Maranhão, unidades da federação em que ainda não se chegou a um consenso. “O PSDB deve ouvir e dialogar de tal forma que nos conduza a uma entrada em 2018 já sem conflitos”, disse Yeda Crusius.

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